Testemunhos
João e Ana Vaz
Olá a todos!!! Chamo-me Tsôtsi e vivo com os meus donos há quase 3 anos!!! Sempre fui um cão um bocado avariado, barulhento e choramingas, mas sempre gostei de mandar lá em casa!!! Nunca gostei de ver os meus donos saírem para dar uma volta ficando sozinho em casa - Será que eles voltam? - era o meu primeiro pensamento. Dentro da minha rebeldia, mas sem nunca destruir o que quer que fosse (dentro de casa), não deixava a vizinhança dormir até os meus donos chegarem. E quando ia passear com eles... Ui... Eu é que os passeava!!!! Sempre gostei de fazer o que quis, como quis e quando quis!!! Até que à cerca de 6 meses conheci um senhor que até pensei que fosse da minha família, pois é assim Ruivinho como eu. Fiquei lá um fim de semana em que não me calei, tentei saltar e fugir do canil - fui realmente um idiota!!! Pelo que me chegou aos ouvidos o Sr. Ruivinho falou com os meus donos e aconselhou-os a treinarem-me para ver se eu ficava mais obediente e tranquilo. E assim foi!! A principio não gostei nada dele porque queria mandar mais do que eu... Até que percebi que ele era mais esperto e que me estava a ensinar a ser um cão melhor. Hoje em dia, embora ainda goste de fazer algumas coisas à minha maneira e me faça alguma confusão ver os meus donos saír de casa, sou um cão muito mais tranquilo e obediente. Passeio muito mais e sou passeado!!! Acima de tudo sou muito mais feliz pois os meus donos estão muito mais felizes!!!!! Obrigado Sr. Ruivinho P.S.: Os meus donos estão aqui a aborrecer-me para deixar um recado!!!! "João, Obrigado por nos fazer ver o bom que há nos cães e por nos proporcionar excelentes momentos. Poder observar a felicidade dos cães junto de ti faz-nos perceber que és de facto um "Encantador de Cães". Como sabes passámos por momentos muito difíceis, diria até desesperantes ao "herdarmos" um cão com 6 meses completamente desequilibrado e só com a tua contribuição e excelência conseguimos finalmente ter uma qualidade de vida familiar (com o cão) que até agora não tínhamos e que tanto almejávamos!!! Muito Muito Obrigado
Antonio, Isabel, Margarida e João Romeiro
Temos um Boxer tigrado com 2 anos que veio para casa com 5 meses. Quando
pela primeira vez, tivémos que sair de casa e não podíamos levar o
Viper connosco, assaltou-nos uma preocupação: onde o deixar? Fomos
perguntando a amigos, consultámos sites na internet, mas não sabiamos
por onde escolher. Consultámos o site CANINUS e pelos testemunhos das
pessoas, decidimo-nos a deixá-lo lá. Mal sabíamos, que essa escolha
iria mudar decisivamente o nosso relacionamento
com o Viper e conhecer
um profissional profundo conhecedor do "mundo canino" que iria
transformar um animal com pouca auto-confiança e em corrida apresentava
um defeito de atitude, num animal alegre, disciplinado e confiante.
Deixámo-lo cerca de 4 dias com o João Névoa, apenas como hotel. Para
nossa surpresa, quando o fomos buscar, pouca "festa" nos fez ao ver-nos.
Ficámos desiludidos, mas deu para perceber que ele tinha gostado do
hotel e vinha bem tratado.
Quando o levámos para casa, percebemos que
ele parecia perceber o que lhe diziamos, vinha obediente e bem tratado.
Ficámos curiosos e bem impressionados com o sitio onde o tínhamos
deixado. Quando tivémos novamente de nos ausentar, já nem procurámos
outro sitio, voltámos a procurar o CANINUS. Quando fomos deixar o Viper
pela 2ªvez, ao ver o João Névoa, o cão parecia um "vendido". Ficou com o
João sem qualquer problema e alegre por voltar, o que nos deu a
sensação de ter
gostado por regressar. A partir daí, o CANINUS passou a
ser o hotel do Viper. Uma das vezes que o fomos buscar, o João
alertou-nos que o Viper quando efectuava uma corrida longa, uma das
patas traseiras parecia não estar coordenada com as outras e ao pé dos
outros cães, parecia não ter estofo para correr mais do que 500 metros.
Ficámos preocupados, pois um cão comprado a um criador com nome e
resultados não deveria apresentar aqueles defeitos. Foi aí que o João
nos propôs
efectuar um treino de obediência e debelar aqueles defeitos.
Aceitámos e podemos dizer que em boa hora o fizémos. Com todo o cuidado,
pois pensámos que naquela pata poderia haver outro problema mais grave,
o João levou-o a um veterinário assim como nós, para saber se poderia
ser sujeito a um treino. O João aceitou treiná-lo com precaução vendo
até o Viper poderia dar. Ao fim de 3 meses (mais 1 que o normal), o
Viper dá 3 voltas á quinta onde está o CANINUS, corre com as 4
patas bem
posicionadas, é obediente com toda a familia e a sua auto-confiança
aumentou exponencialmente. Hoje temos um Boxer alegre, sempre pronto
para o trabalho e para a brincadeira. Queremos igualmente testemunhar,
que o João além de educar o cão, muitos concelhos sobre o tratamento
diário do cão, alimentação e atitude nos deu, ou seja, "educou-nos"
também. Não falamos a língua do Viper, mas seguramente temos de traduzir
algo que o Viper diz:
OBRIGADO AMIGO JOÃO
Antonio e Fátima Seoane
Não foi nada fácil para mim a separação do meu "filho peludo"- Buddy. Estive mesmo, mesmo a voltar para trás na saída de Aveiras porque me pareceu ter deixado a "criança" na creche pela primeira vez. A sensação era idêntica. Devo ter sido a dona mais "chata" de todos os tempos......a minha conta de telemóvel, pelo menos, aumentou significativamente. Depois deste processo todo, tenho o primeiro filho licenciado, com distinção. O Buddy aprendeu técnicas e
comportamentos que não me passou pela cabeça poder ser possível na idade que ele já tinha (2 anos) com os vícios e os mimos que lhe abafavam a personalidade. O João fez dele um cão muito mais poderoso, mais seguro de si e acima de tudo, mais obediente. Estamos ainda a aperfeiçoar o curso de guarda, mas estou convencida que tenho ali um guarda-costas a toda a prova. O trabalho que o João faz com os nossos amigos de 4 patas é de facto fantástico. A forma simples e respeitosa como
ele trata com os cães, é algo que faz toda a diferença. Não sei se algum dia me vou conseguir desligar da CANINUS, porque penso ter criado uma relação de dependência com o João Névoa e a sua equipa. Qualquer assunto relacionado com cães, para mim, eles são a autoridade máxima e o único sítio onde deixo o meu Buddy com toda a confiança. Obrigada especialmente ao João, mas também à Fiona, à Catarina e ao André pelo excelente trabalho desenvolvido na Quinta da Lagoa e
por podermos confiar nas vossas mãos os nossos animais, onde sabemos estarem tão bem entregues. Fátima , António, AJ e Pêpê Seoane
De Ana, Nuno e Diogo Viveiros
Há uns anos atrás havia uma rapariga que se apaixonou por uma bolinha de
pêlo durante uma viagem á Serra da Estrela...Lá trouxémos a bolinha de pêlo para casa...Foi uma experiência nova, nalgumas fases desgastante, mas sempre recompensadora. Demos o nome de Panzer á bolinha de pêlo, antevendo o tamanho em adulto...
Seguimos o percurso que crêmos 90% dos leigos em matéria de cães seguem
-veterinário, seguir as recomendações dos mesmos, etc...mas sempre achámos estranha a magreza do cão, apesar do veterinário dizer que era normal, era um cão elegante e próprio da raça...
Ao fazer 6 meses, o Panzer deixou de ser o cão obediente e meigo, e passou a testar e experimentar os limites, mas sempre dentro da regra de sermos nós, os donos, os líderes da matilha...
Entretanto trouxémos para casa de um abrigo
uma cadela a que démos o nome de Kali. A Kali como cão de abrigo que é, sempre foi muito carente e procura constantemente carinhos e aprovação da familia, mas era uma cadela extremamente medrosa e nervosa...
Para surpresa nossa, o Panzer adoptou-a incondicionalmente.
Sumário até aqui:
-Nuno, Ana e Diogo têm:
-1 Panzer anorético que os veterinários
dizem que está elegante;
-1 Cadela neurótica, saída de um abrigo com fortes carências afectivas
Quando fez 1 ano e meio o Panzer desregulou completamente...e um dia achou boa idéia começar a mostrar os dentes aos donos sempre que era contrariado...Já tinhamos falado em colocá-lo numa escola, mas nenhuma nos tinha dado indicadores de confiança suficientemente
bons...Até que um dia, em desespero, encontrámos o site Caninus Hotel e Instrução Canina, falámos com o João e lá levámos os cães.
O João detectou imediatamente as carências de gordura do Panzer e
provavelmente salvou-lhe a vida.
Após o treino ficámos com um Serra da Estrela a sério, meigo e obediente e
com uma Pastor Belga (só a 50% mas ela fica
melindrada se o dissermos) muito mais confiante de si própria.
Conclusão do testemunho:
-O João Névoa demonstrou desde o 1º dia merecer a nossa total confiança no que diz respeito a assuntos caninos;
-Confiamos mais no João do que no veterinário;
-A Caninus tornou-se a 2ª casa dos nossos amigos de 4 patas quando os donos não têm
disponibilidade
-O Panzer e a Kali ficam loucos de alegria sempre que vêm o João;
-O nosso filho entrará na pré-adolescência dentro de 3 anos, pelo que já
reservámos um box para um treino intensivo.
Ao João deixamos a nossa sincera e eterna gratidão, cientes que este
testemunho não expressa tudo o que sentimos, mas para isso era necessário um
testamento e não um testemunho...
Muito obrigado,
Nuno, Ana e Diogo
Francisco e Sofia Rangel
Era uma vez uma rapariga de “marca” labrador retriever, já com uma certa
idade e que, se comparada com algumas criancinhas de hoje, se diria ter um
“personalidade muito forte”.
Até ela frequentar a escolinha do João a nossa certeza era que, se alguma
vez inscrevêssemos a Zara numa escola, não só nos devolviam o dinheiro como nos davam mais um quanto para nunca dizermos que ela lá tinha estado.
Apesar de ser muito difícil deixar a nossa menina ir embora todas as semanas e de passar a semana toda à espera do Sábado, a verdade é que o Sr Névoa lá conseguiu fazer um pequeno grande “milagre” com a nossa maluquita que fez os seus 7 aninhos durante o curso de obediência. FINALMENTE é possível passear com a Zara de trela em vez de ser passeado, ou melhor, arrastado desenfreadamente na direcção de tudo e todos.
Agora, quando nos encontramos com o João, ela continua a querer exibir-se
para o seu amigo e até deixa os donos para trás… Enfim, não se pode ter
tudo!
Sofia e Francisco
Alfredo e Isabel Antunes
Olá eu sou o Salvador.
Vivo em Lisboa, com a Isabel o Alfredo a Sandra e às vezes o Sérgio.
Gosto muito deles e sei também que eles me adoram.
Ainda agora
ficaram muito aflitos como o meu acidente!!!!. No entanto tenho a
felicidade de quando a restante família não pode tomar conta de mim,
poder ir para junto do meu amigo João.
Desde que me conheço que sou visita da
quinta do João, onde me
sinto como em casa e brinco com os meus amigos e amigas!!.
Muitas das coisas da vida que sei foi o João que me ensinou. Com
ele tenho a liberdade!!!!, que no
meu apartamento em Lisboa não posso
ter.
Hoje estou particularmente feliz porque vou mais uma semana para a quinta.
Só mais uma nota. Sei de fonte certa que o
João
também gosta
muito de mim.
Salvador " Labrador Chocolate"
Sara Soares
Dizer que o João salvou a minha vida é pouco.
E começar assim um testemunho até parece - quase - mal, mas quando eu
acabar a minha história, e para todos os que amem do fundo os vossos
animais,
vão perceber-me.
A Pepper é uma Leão da Rodésia (ou será Leoa?!). Tinha 2 meses e tal
quando eu a fui buscar. Quando entrou no carro sentou-se ao meu colo,
assustadíssima, tremendo que nem varas verdes. Passados uns quilómetros
enroscou o pescoço no meu pescoço e passou assim a hora e meia de viagem
que se seguiu. A partir desse momento, eu era dona dela e ela era minha
filha.
A Pepper nunca se deu bem em espaços fechados. Na altura eu vivia num
apartamento, e apesar de sempre a ter passeado várias vezes ao dia e
durante longos periodos de tempo, sempre que eu ia trabalhar ela
aprontava mais
uma.
Aprendeu rápido que xixis e cocós é na rua, mas era irrequieta com a
trela e
teimosa que ela só. As coisas não iam bem, mas também não iam mal, e por
isso, à boa moda portuguesa, fui deixando andar. Isto até um belo dia
chegar a casa e ter o sofá todo roído. Nessa altura eu vivia em casa da
minha
mãe e o sofá era dela! Foi aí que veio o ultimato: tens de dar a Pepper!
Desesperada e incapaz de abrir mão de um membro da família, comecei à
procura de casa para me mudar, uma casa que tivesse mais condições, um
quintal para ela brincar e ser mais feliz. Mas precisava de tempo e
precisava que a Pepper fosse ensinada, ficasse mais tranquila, menos
tresloucada, por assim dizer. Foi por sorte - é quase sempre assim que
estas
coisas acontecem - que ao falar do meu problema no meu local de trabalho
alguém me falou no João.
Falei com ele e fui levar a Pepper no mesmo dia. Chorei o caminho todo
até
ao Lumiar, o ponto de encontro para deixarmos os cães. O João falou
pacientemente comigo, disse-me para falar com outros donos, e levou a
Pepper. Chorei todo o caminho até casa. A Pepper era dependente de mim,
dormia comigo, via televisão comigo no sofá.. Tive medo que ela achasse
que eu a estava a abandonar, que ela sentisse que eu não gostava mais
dela, enfim, passei por todas as emoções que a maior parte das pessoas
que
aqui deixaram o seu testemunho passam.
Passado uma semana lá estava eu no Cartaxo, com medo da Pepper se ter
esquecido de mim. Nada! Lambeu-me dos pés à cabeça, estava feliz, e
brincava com o João, confiava no João.
Durante 3 meses foi treinada. Mesmo depois de eu mudar de casa, o João
ficou com ela mais uma semana que o previsto para completar o treino e
dar-me tempo para eu me instalar. Deu-me dicas, deu-me na cabeça sempre
que eu precisei, foi frontal, preocupada, carinhoso. A Pepper adora-o!
Sabe que quando vai para a quinta vai trabalhar, mas também sabe que vai
correr
com os amigos e brincar com o Tio João!
Quando trouxe a Pepper para casa o João ligou-me várias vezes. Queria
saber como tava a cadela DELE. Quando eu lhe digo que ela fez alguma
coisa
mal, ele diz que eu lhe estrago a cadela. E a verdade é que a Pepper
está
melhor treinada que eu. De vez em quando, quando fico sem paciência,
quando ela
se porta mal e eu não tenho paciência para a corrigir porque estou
atrasada para o trabalho ou porque tou cansada e não me quero chatear,
penso no
João.
E penso que qualquer dia tenho eu de ir ser treinada por ele.
A Pepper, ainda com todas as lacunas que eu lhe permito, é uma cadela
muito mais segura, muito mais obediente. Dorme na cama dela, não sobe
para o
sofá e é feliz assim. Sabe que os sítios dela são dela e os meus são
meus. E
sabe que todos os dias eu passo tempo de qualidade com ela, e por isso
aprendeu a respeitar o tempo que eu preciso para mim.
O João é, sem dúvida, a melhor coisa que lhe aconteceu a ela e a mim. É
um homem mais que honrado, daqueles que só existem nos filmes da década
de
40.
Honesto como ele só. Frontal como ele só. Perfeccionista como ele só.
Carinhoso como ele só.
Tem um amor incondicional aos cães e não há dúvida que é retribuído.
Comojá muitos disseram, e é a mais pura das verdades, se alguém se pode
chamar Encantador de cães, é ele.
Eu sei que é difícil confiar a alguém o seu animal. Todos os
testemunhos do
mundo não vão fazê-lo mais fácil! É sempre deixar uma parte de si ir,
ainda
que só por um tempo.
Mas acredite quando lhe digo do fundo do coração que você e o seu
animal
serão mais felizes, mais completos e mais tranquilos se tiverem a sorte
de
conhecer o João.
Fernando e Andreia Ferreira
A Salsa (uma cadela teckel de pelo cerdoso) veio para nossa casa (Andreia e Fernando) com 2 meses e meio, era uma cadela vivaça e alegre, que andava sempre a mil à hora, indisciplinada, mas que adorava brincadeira e todas as pessoas que apareciam lá em casa, era a alegria total! Pensávamos que era por ser cachorra, mas não... com quase 2 anos, tudo isto era igual, e quando saímos para trabalhar fazia a proeza de nos estragar mais um bocadinho do móvel do hall!!! Por isso, o Fernando pensou que a Salsa deveria de ter um treino de obediência... Eu não achei muita graça, pois isso implicava estadia no Cartaxo e consequentemente estar longe da Salsa. No início passei horrores cheia de saudades e a pensar se ela estaria bem, mas com o passar de tempo e com os treinos que acompanhávamos 2 a 3 vezes por semana, percebemos que a Salsa adorava o treino, estava alegre e divertida na Caninus e adorava o João, ía com ele para todo o lado, só queria estar com ele e não nos ligava muito quando a visitávamos... de início não nos pareceu muito bem... mas depois lá fomos aceitando ; Bem, já me estou a alongar e isto tudo para dizer Muito Obrigado ao João pela paciência que teve com a Salsa, durante 2 meses. Como costumava dizer aos meus amigos... fez muito bem à Salsa estar na "creche", tornou-a mais sociável, com outras pessoas e animais, sobretudo mais calma!!! Um beijinho da Andreia e um abraço do Fernando e... até breve!!!!
Paulo e Susana Mendes
Nick, pastor alemão de 4 meses começava a ficar voluntarioso e indomável. Ajuda era necessária, mas deixar o membro mais novo da família nas mãos de estranhos era uma decisão difícil.
Após a primeira visita a decisão ficou tomada - o João iria ser o" mau da fita", impondo as regras necessárias à educação do pequeno. Porquê? Sinceramente a decisão foi tomada não só pelo que ouvimos, mas principalmente pelo que vimos na atitude dos cães para com o João e vice-versa.
A mudança nas atitudes e comportamentos do Nick eram visíveis de semana para semana, assim como o respeito e o carinho que mostrava para com o seu novo amigo - o João.
Ao longo do treino tornou-se patente que a escola e a aprendizagem não era só para o nosso amigo peludo mas para todos os que com ele interagem diariamente.
O João já foi apelidado de "encantador de cães". Para comprovar esse e todos os outros testemunhos que aqui encontramos, só há uma forma - visitar, conhecer e confiar ao João Névoa e família os nossos amigos de quatro patas.
Cordialmente,
Paula Silva
Queria agradecer á equipa do Caninus Hotel e Instrução Canina pela maneira como tem tratado o meu cão, Lucky.
Ele foi para aí indomável e eu não tinha mão nele, agora é um cão educado, obediente e mais calmo. Só ha um GRANDE PROBLEMA, é que o meu amigo de quatro patas gosta mais de aí estar, do que comigo.
Há aquele filme o Encantador de Cavalos, o João Névoa é um ENCANTADOR DE CÃES. E eu sei do que falo. Obrigado por tudo.
Mafalda Prazeres
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Serve a presente mensagem para demonstrar o meu profundo desagrado e tristeza pela depressão com que a minha filha de quatro patas retorna a casa semanalmente. Não entendo como é possivel voltar à casa mãe no final de cada semana de trabalho com tão pouca vontade de ficar. È um desgosto profundo para qualquer ''mãe'' saber que o seu colinho ja não é o preferido da sua filha.
Sera que o tal encantador de cavalos ou serpentes presta serviço tambem na Caninus?
Obrigado Joao e Fiona. È muito confortante saber que tenho a minha ''TOOTSIE'' tão bem tratada e feliz ao ponto de não gostar de vir a casa.
Mafalda Prazeres
Luisa Adelino
Há 10 anos que confio os meus cães ao João. E só confio porque vejo a festa que lhe fazem sempre que o veem, sempre que chegam à quinta.
Os animais não simulam sentimentos falsos!
E para além de ser um bom profissional tornou-se também um bom amigo. Obrigada João, Fiona e também Catarina e André!
Soledade Duarte
Olá meus amigos!
Um bem haja por existires João, por gostares tanto do que fazes. Por saberes transmitir e dar tanto de ti a estes nossos amiguinhos de quatro patas, e, claro a nós donos, que por excesso de "mimos", nem sempre somos capazes de ensinar tudo aquilo que é fundamental transmitir para total segurança nossa, mas essencialmente deles!
João esta é para ti, unicamente para ti, como sabes, o Platão, é um verdadeiro pestinha, adorável, mas um verdadeiro pestinha,tu soubeste impor de forma sábia as regras necessárias à nossa convivência, hoje, está mais calmo, obediente, sem nunca ter perdido aquelas caracteristicas tão dele:a alegria estampada no focinho, a energia com que te acolhe e a doçura com que dá e recebe todo o mimo.
Agradeço os teus ensinamentos, a tua disponibilidade, a amizade com que nos recebeste e recebes. Sei que o Platão terá sempre um lugar amigo onde ficar, um lugar que ele ama, e um amigo que o receberá sempre com o maior dos sorrisos. Por tudo aquilo, que as palavras não têm como descrever, João, o muito obrigado, meu amigo!
Teresa Simões
Um duplo bem-haja à Caninus: --em nome da minha "cachorra" que, apesar das suas 10 primaveras e doenças várias, regressa das estadias no vosso canil verdadeiramente rejuvenescida e muito mais saudável. Ou seja, em forma. --em meu nome pessoal, porque é graças ao João que eu tenho menos uma preocupação nas férias. Quem me conhece sebe que não há muitas pessoas a quem eu confiaria a minha cadela.
Muito obrigada, Teresa
Maria Luisa Ermida
O meu cão vai há 7 anos para o canil de João Nevoa, todas as vezes que eu vou para fora. Gosta tanto de lá estar que quando vem para casa chora, quando o Nevoa o deixa. Vem sempre muito bem tratado e lavado.Estou muito satisfeita.
Noémia Ferraz
Gostei muito do testemunho da senhora.
Concordo plenamente com ela e o mais importante é o elogio ser posto por escrito e publicamente.
Normalmente as pessoas são tímidas a dar elogios o que não acontece na crítica claro! Já agora tenho que desabafar tambem o meu pequeno ciúme quando o Stronix vai tão feliz com o João Névoa que nem olha para trás para dizer adeus, e quando ele vem apenas trazer a ração fica um bom bocado junto ao portão com pena de não ir. Enfim!
obrigada João, obrigada Fiona por tudo o que fazem, por serem como são.
Eduardo e Monica Salgado
Quero agradecer-te o facto de poder ter umas férias tranquilas sabendo que a minha velhota boxer de 10 aninhos está muito entregue.
Ela subscreve e agradece o facto de tirar férias com quem ela adora!
João e Isabel Martins
Quando precisámos de um profissional para nos ajudar com o nosso cão Lucas, depois de todas más experiências que passámos, encontrámos no João Névoa e família os profissionais exemplares e amigos que fazem parte da nossa vida nos últimos 8 anos.
O nosso cão adora-o... e é tudo o que é necessário dizer para ficarmos descansados e entregarmos o nosso animal de estimação sempre que necessitamos ao cuidado de profissionais .
Gisela Valente
A Mina e a Pandora são perfeitas. É claro são minhas e
gosto muito delas.
Mas quando os meus amigos me dizem que elas são muito educadas, eu cá penso no João. E quando os outros donos de cães aqui da rua dizem que elas são muito obedientes, eu volto a pensar no João. Se calhar ele tem alguma coisa que ver com o facto de elas serem perfeitas.
Artur Lemos
Porque será que os meus cães gostam de ir para os escuteiros?
Sim, o Blue e a Pipa fazem parte desse restricto número de cães que tem a sorte de passar férias no Cartaxo, debaixo da direcção do João Névoa.
Porque será que lhe fazem grande festa quando o encontram?
Concerteza são muito bem tratados e sentem-se por lá como se estivessem em casa. Porque será que eu só os deixo com o João ?
Porque é o único que me dá a confiança necessária para eu os entregar e ir descansado seja para onde for. Parabéns João. Aí está um Hotel para cães com 5 estrelas, superior.
Alfredo e Isabel Antunes










